Decidi o fim da história, e ela não é mórbida aos meus olhos.
Em algum dia do ano que vai vim, o ultimo sopro de vida deixará um mancha que nunca existiu (minha existência) e eu irei voltar de onde vim, ao universo como algo que não sabe que esta lá, a beleza morta Encontro paz na não existência e o sentimentalismo que não vai ser meu, não choro por ele mais. Tudo acaba, tudo vence o prazo de validade do tempo, menos a memoria de quem se lembra, sinto muito por lembrarem de mim assim. De personagem ao ápice de uma história fantástica, para um menino que morreu feliz de seu ato monstruoso...
terça-feira, 2 de novembro de 2021
Se eu morrer eu venci
Se eu morrer eu decidi
Eu fui o senhor do meu próprio destino
E o que era pra ser já foi...
Eu volto pro pó e viajo na tempestada do fim dos tempos.
hoje eu meio que decidi me jogar direto nas minhas tentações e pecados, de forma menos destruitiva quanto antes, espero ter uma bagagem de ''pecados'' bem grande nos anos que me restam, talvez só assim através da real imundice eu consiga dar valor as coisas santas, que são basicamente tudo que nos rodeia enquanto vivos.
Fiz 22 anos em janeiro e eu tento amadurecer, nada é tão ruim ou foi tão ruim que remédio não desse um jeito. Eu tenho transtorno de instabilidade emocional e minha relação com as pessoas que me cercam é muito volátil. Não tenho muitos amigos e eu me esforço mesmo pra manter os que eu tenho(?).
Tem épocas que eu acho que sou só uma dose de ansiolitico, uma dose do que não ser.
Eu continuo confuso sobre minha própria imagem no espelho, confuso com ela no geral, não ligo pra gêneros ou duvido da minha sexualidade, isso nunca foi um problema pra mim. Ver o espelho e não reconhecer o que eu vou ver a vida toda me incomoda muito.
As veze eu acho que essa vida não é minha e eu sou um impostor aqui.
Enfim, no final sou sempre eu e minha podridão no meu quarto escuro, no meu lixo pessoal que fede mas é confortável.
Daqui uns dias volto a trabalhar e espero que dê tudo certo, se eu não suprir minhas carências com resolvimentos pessoais, eu tento suprir com dinheiro e enchendo a cara de piercing.
Enfim é isso diário de merda.
LEIA OUVINDO A MÚSICA
Eu preciso muito colocar tudo isso pra fora antes que eu surte de uma maneira assustadora, preciso fingir que disse isso pra alguém, eu preciso desse meio egoismo só por esse breve momento.
Não sei mais se consigo fingir lidar bem com tudo, eu tomo remédios demais e isso me deixa tonto, eu sinto fome demais, quando termino de comer eu ainda sinto fome, fome de algo que não se come, não se toca, não se vê. Não existe mercado ou bar que venda vontade de viver. Meu escuro vibra e me chama, ele me envolve como um casaco quentinho no frio. Eu me sinto morto deitado na cama, eu levanto dela e grito e digo que a vida é boa mas eu tenho tanto medo disso, eu tenho tanto medo da vida. Dói tanto meu peito e eu sinto que vou me afogar;
Eu choro pelos outros mas nunca por mim, eu não sei mais se as coisas surtem o efeito da casualidade. O destino traça o curso passando por cima de mim, eu não disse que estava tudo bem ele me atropelar. A morte espera sentada como se fosse feriado, minha alma surte efeitos bizarros ao meu redor.
Meu pai e as pessoas que eu amo. SIM, eu amo as pessoas próximas de mim. Minha mãe me vê da janela de um onibus indo embora...
Eu quero sumir, mas nunca sem razão. NUNCA por irracionalidade. A vida é bonita mas me dói tanto. Queria cortar meu pescoço, queria me jogar de uma ponte com pedras nos pés. Porque assim talvez a sensação de estar se afogando vire fisica, a sensação emocional sequela demais o resto de vida que eu cultivo;
sábado, 1 de maio de 2021
Ninguém lê meus pensamentos, mesmo eles estando livres ao público, como nesse caso.
Virou a mesa e as cartas nunca me favorecem, deixo elas seguirem e a entropia só aumenta.
O amor é algo venenoso que te corrói mais que ácido.
Uma trilha sonora fúnebre e as letras ficam mais tristes do que deveriam.
Esqueço que existo no meio disso tudo, que importância tem um pensamento que ninguém lê.
Aos diabos da minha mente eu digo olá filhos da puta.
domingo, 25 de abril de 2021
Sinto um mal em mim capaz de consumir tudo de bom que possa existir, existo com uma corrente me contendo.
Sinto que a beleza da noite e as loucuras das mentes como a minha tornem toda essa experiència de viver mais agradável.
Sinto que as vezes nem sinto, que são só esforços de me manter são.
Sinto a morte me tocar lentamente dia após o outro.
Meu adeus me espera coberto de razões loucas.
Eu estive um tempo afastado do blog, cansado de escrever sobre coisas tristes. Eu nunca soube equilibrar as coisas, ou era muito triste ou era euforia pura.
Só voltei a escrever aqui pois estou pensando em dar uma nova forma pra esse blog, não quero que ele caia no esquecimento como muitos outros lugares em que eu escrevia. Sinto real uma conexão com esse blog e todo o formato dele.
Voltei a tomar meu remédios, não penso tanto em suicidio agora, e consegui um ''emprego'' estudo análise grafica e vou rumo ha autonomia.
Voltei a falar com meu melhor amigo e os velhos amigos.
De resto ta tudo bem e normal.
Hoje eu faço aniverário, nasci em 1999 nesse mesmo dia, 10 da manha se eu não me engano.
vou deixar aqui o último filme que eu vi.
Se chama morgue story do diretor Paulo Biscaia Filho (2009)
filme é do tipo teatro trash, eu curti bastante o Tom e a ana, na real curti todos os personagens kkkdkj