segunda-feira, 9 de dezembro de 2024

a beleza que me mata

 que triste fim, que triste vida, afinal nada do que eu realmente possui eu queria...Bens nunca foram algo que eu realmente fumentei valor, a paz de espirito que eu nunca tive sempre foi meu verdade bem, inalcançável. Logo farei 26 anos de idade, no dia 23 de janeiro. Prometi que meu fim seria aos 27, porém teve acontecimentos que eu deixei de fora do blog, pois eu jurei pra mim mesma que nunca mmais iria voltar a escrever aqui. No inicio de fevereiro eu fiinalmente iniciei minha ''terapia hormonal'' coloquei em aspas pois eu é diy (do it yourself) é terapia hormonal, mas é complicado porque eu sou uma pessoa suicida kkkk então eu não dou a minima se minhas taxas hormonais estiverem desreguladas, eu deveria me importasr porque isso foi o que mais me fez ficar longe desse blog podre. Porém a cada comprimido eu sinto a feminilidade e a morte entrar dentro de mim.

sexta-feira, 2 de agosto de 2024

Vivam

 Hora ou outra, você ai atrás da tela que lê esse blog, com pena ou remorso por não ter notado os sinais que me fizeram cometer suicídio. Terão que realmente lidar com a minha própria mentira que foi em vida. Eu sou quem escreve agora. Não sinto absolutamente nada de bom vindo da vida, a morte é e sempre foi a minha solução. Você não tem nada a ver com a minha escolha. O intuito desses blog sempre foi contar um terço dos pensamentos que me afligiam. Eu nunca fui o protagonista e você nunca foi meu salvador. O luto de vocês não se compara a minha dor, o quanto eu sofri em vida. 

Mesquinho sofrimento para alguns e dor tortuosa para os isolados que me entendem. Caso eu morra em uma dessas minhas despedidas, saiba, vivam suas vidas como eu vivi por vocês, ninguém pode ser minha âncora como ninguém pode ser a âncora de vocês.

quarta-feira, 31 de julho de 2024

Metade do diabo que eu sou

 https://open.spotify.com/track/4TruYvHqXmYsxEeXJvINyb?si=HaoWTYALQLema9WG29Iy5Q

segunda-feira, 15 de julho de 2024

Do angiru pra cá

Agora mesmo eu estava sem sono e vagando na internet, sempre encontro pessoas que eu digo serem como eu. Pareas, pessoas que nunca irão se encaixar na vida. Adquirindo conhecimento tolos e ideologias baratas de curta duração pra fazer durar o ânimo dos derrotados. 

Pessoas que se agarram a morte para tirarem forçar para viver. Encontrei no angiru um perfil de uma pessoa que eu julgo ser muito interessante e seus textos repletos de sentimentos e angústia tocaram meu gélido coração. Vou eternizar o texto dessa pessoa aqui, sem mesmo saber que ela fará uma breve participação nesse blog mórbido.

"Os amores vão, os amigos ficam.

Vão, não por serem piores mas porque os amores marcam de forma peculiar. E machucam da mesma forma. Gosto quando o fósforo ou a vela se apagam... 

O cheiro daquela fumaça. Como é bom o banho na madrugada, primeiro refresca, depois  -o silêncio dela-  acalma. A incerteza, o medo... Me causa um frio peculiar. 

Queria um mundo de penumbra. 

O pesadelo contido no sonho. 

Nunca quero que a noite acabe."


Dentre outros textos dessa pessoa, esse foi um trecho que me tocou bastante. Enfim, se você estiver vivo/a e ler este texto, sua poesia não foi em vão, muito obrigado companheiro de aflição.

segunda-feira, 24 de junho de 2024

Explodir

Ah, que preguiça da vida
Todo esse tempo procrastinando minha morte me fez odiar as pessoas, odiar toda a natureza delas. Não tem absolutamente ninguém nessa terra que me faça brilhar o olhar. Antes de tudo amargar, do meu coração petrificar, era diferente pensar que o erro da minha doença era minha própria mente, porém agora eu sinto que o mundo não caminha pra lugar agradável, todos nós somos lixos desprezíveis e a única coisa que se salva desse planeta são os animais e a santa natureza. Humanos me dão nojo. Uma hora ou outra eu parto, isso é inevitável. Sair disso nem que seja com 27 anos ou mais não muda o fato. Despejo meu ódio e despejo a cada ser humano existente. Sem revolta, sem tentativa de mudança, apenas minha fria apatia. Que os vermes consumam suas carnes em vida. 
Engulam suas falsidades, engulam suas palavras mentirosas. Acreditar no outro é realmente algo valoroso que se perdeu de mim. Eu morri, diversas e diversas vezes. 
Nunca fui atrás de procurar armas para me matar, sempre optei por métodos mais caseiros. Porém a ideia de uma bala na minha cabeça me faz entrar em êxtase eterno.

segunda-feira, 8 de abril de 2024

Adeus

 Chega ao fim, um adeus miserável para vocês. Até nunca mais.

domingo, 18 de fevereiro de 2024

Por hoje é nada

 No auge da minha doença, o ar que oxidando meus pulmões dão espaço para o alumínio mortal. Registros que vocês que lêem podem achar poético ou doentio, pra mim nada mais faz cócegas, estou sem vida nesse exato momento. Fumando e tomando café em uma tarde quente escrevendo para leitores inimagináveis. Tudo que é bizarro se torna aclamado pela internet depois de um suicídio, não é mesmo? Eu escolhi morrer com asfixia mecânica, por isso eu falei de alumínio ali em cima. Pretendo obstruir minhas vias aéreas e ter uma parada cardiorrespiratória e morrer sem consciência de coisa alguma. Ou é só mais um Adeus que vivo dando, a questão é que ele vem, o final sempre vem. O que é certo é não passar dos 27, hoje tenho 25, tenho estimado de vida 2 anos para nunca falarem que foi sem motivos, documento de toda uma dor online. Meus motivos pessoais eu posso colocar aqui mais tarde. Minha amiga virtual sarah nites sumiu das redes sociais. Sinto que ela morreu, parte de mim quer acreditar que ela conseguiu se libertar desse mundo, outra parte só sabe chorar pois a única pessoa que me entendia se foi. 

Por hoje eu não sinto vontade de nada, nada me motiva

Nada e mais nada.

 Como se fosse sensato o vazio querer preenchimento.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2024

Epígrafe

 Essa é a frase solta de uma epígrafe que se perdeu no tempo, uma frase repetida mil vezes até virar verdade. O longo caminho de um sofredor moderno trilhando com angústia os prazeres e desgostos de uma vida infundada que ninguém pediu para tê-la. 

Eu amadureci nesse Blog dores e desabafos fúnebres, criando a minha coragem de atentar contra minha própria existência. O único questionamento filosófico, o único sentido real a ser entendido. Qual a merda do valor da vida? Ela merece ser vivida e quem tem a resposta disso?

Minha dor há tempos que não me cabia no peito, que sorriso usarei hoje pra tecer uma mentira contagiante. O fato sincero é que o fim sempre chega desde que foi anunciado, o fim trilha um caminho reto desde a sua anunciação e isso sim é um fato. Sentindo o puro egoísmo de não se importar com os meios, os fins se tornam justificáveis com a própria loucura.

O Adeus mais formal possível para uma vida cheia de mentiras sorridentes, Adeus meus semelhantes, Adeus.