Decidi o fim da história, e ela não é mórbida aos meus olhos.
Em algum dia do ano que vai vim, o ultimo sopro de vida deixará um mancha que nunca existiu (minha existência) e eu irei voltar de onde vim, ao universo como algo que não sabe que esta lá, a beleza morta Encontro paz na não existência e o sentimentalismo que não vai ser meu, não choro por ele mais. Tudo acaba, tudo vence o prazo de validade do tempo, menos a memoria de quem se lembra, sinto muito por lembrarem de mim assim. De personagem ao ápice de uma história fantástica, para um menino que morreu feliz de seu ato monstruoso...
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