segunda-feira, 15 de julho de 2024

Do angiru pra cá

Agora mesmo eu estava sem sono e vagando na internet, sempre encontro pessoas que eu digo serem como eu. Pareas, pessoas que nunca irão se encaixar na vida. Adquirindo conhecimento tolos e ideologias baratas de curta duração pra fazer durar o ânimo dos derrotados. 

Pessoas que se agarram a morte para tirarem forçar para viver. Encontrei no angiru um perfil de uma pessoa que eu julgo ser muito interessante e seus textos repletos de sentimentos e angústia tocaram meu gélido coração. Vou eternizar o texto dessa pessoa aqui, sem mesmo saber que ela fará uma breve participação nesse blog mórbido.

"Os amores vão, os amigos ficam.

Vão, não por serem piores mas porque os amores marcam de forma peculiar. E machucam da mesma forma. Gosto quando o fósforo ou a vela se apagam... 

O cheiro daquela fumaça. Como é bom o banho na madrugada, primeiro refresca, depois  -o silêncio dela-  acalma. A incerteza, o medo... Me causa um frio peculiar. 

Queria um mundo de penumbra. 

O pesadelo contido no sonho. 

Nunca quero que a noite acabe."


Dentre outros textos dessa pessoa, esse foi um trecho que me tocou bastante. Enfim, se você estiver vivo/a e ler este texto, sua poesia não foi em vão, muito obrigado companheiro de aflição.

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